sábado, 2 de fevereiro de 2013


Hoje fuçando um pouco em alguns itens pessoais esquecidos na Internet, como Orkut, Blog, MSN... fiquei surpreso! O meu blog tem 1383 visualizações!!! Minha última postagem foi em 18 de março de 2011. Fiquei motivado. Vou voltar a escrever novamente sobre assuntos que me interessam. Normalmente coisas voltadas a tecnologia, internet, espaço, "besteirol".

Vou dar uma repaginada no visual, tentar fazer uma transferência entre contas do google, pois o Blog está em uma conta que praticamente não uso mais.

Meu primeiro tópico vai ser algo como atender a pedidos básicos do seu filho de 8 anos:

- Papai instala o Minecraft no PC?
- Papai quero jogar no Modo Multiplayer com o vizinho, faz isso?
- Papai esse modo survival é muito difícil, muda para o creative?
- Papai essa skin é muito chata, muda?
- Papai quero ir para o espaço, bota o Minecraft no astromod?

Vou tentar detalhar como fiz isso... quem sabe alguém está passando pela mesma situação.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Testando a postagem via Celular Android

Sem sono... deve ser pelo fato de estar chegando a sexta-feira e estar ansioso para curtir o final de semana com a família!
São quase 4 da manhã, o prision break salva a programação da TV onde acabou de sair a seguinte frase: regras são regras, sem elas somos selvagens!

O celular se tornou um instrumento de passa tempo ideal: jogos, internet, ebooks via Kindle e agora blog.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Número de Deus: Google ajuda usuários a encontrar solução para Cubo Mágico



Não importa o quão as cores estejam misturadas, os internautas conseguirão resolver o desafio do Cubo Mágico em até 20 movimentos. Isso é o que garante uma equipe de pesquisadores que contou com a ajuda do Google para executar a fórmula, que contém algoritmos complexos.


O objetivo da pesquisa é permitir que todas as 43.252.003.274.489.856.000 combinações do quebra-cabeça possam ser resolvidas em cerca de 20 movimentos.

"Foi preciso 15 anos de estudo até chegar a esse resultado", explica a equipe envolvida no projeto.

O Cubo Mágico, também conhecido como Cubo de Rubik, é um quebra-cabeça 3D. Ele foi inventando em 1974 por Erno Rubik, um escultor e professor húngaro. Desde que a obra foi licenciada como um brinquedo, o objeto se tornou o quebra-cabeça mais vendido no mundo.

Resolver o desafio pode demorar de segundos a horas. O recorde mundial de 7 minutos e 8 segundos foi registrado em 2008.


A menor sequência de movimentos para resolver o quebra-cabeça, baseada nos algoritmos mais eficientes, é conhecida como o “número de Deus". Em 1981, o menor número de movimentos usados para solucionar o desafio foi 52. Em 2008, ele foi reduzido para 22.

Para chegar a esse cálculo, matemáticos, um engenheiro do Google e um programador dividiram o problema em 2.217.093.120 partes. A partir daí, os pesquisadores usaram a infraestrutura da companhia americana para processar a informação e chegar a uma conclusão.

Mais detalhes sobre o “número de Deus” em http://cube20.org/
 
Fonte: Veja

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Viagem no tempo com base em teletransporte quântico


Um novo tipo de viagem no tempo, com base em teletransporte quântico, consegue se desvencilhar de diversos paradoxos que tornam outras máquinas do tempo menos possíveis.


De acordo com o site Technology Review, o cientista Seth Lloyd, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e alguns amigos, criaram um estudo que utiliza física quântica para determinar a possibilidade de um corpo, uma partícula e quem sabe até um ser humano viajar do futuro para o passado. Esse tipo de viajem (para trás no tempo) era – e ainda é por alguns cientistas – considerada impossível por não haver comprovações empíricas disso. Stephen Hawking , nesse mérito, sugeriu que a ausência de visitantes do futuro é um excelente argumento contra a existência de viagens no tempo.

Entretanto, a Teoria Geral da Relatividade de Einstein permite viagens no tempo, dependendo da forma como é manipulada matematicamente (como por exemplo a famosa solução encontrada por Kurt Gödel). O fator complicante vem do fato de que algumas destas manipulações exigem que o universo mostre certos comportamentos que, na observação prática, nunca se consegiu observar e, portanto, são aparentemente inexistentes. O exemplo mais simples é o da velocidade absoluta: se fosse possível viajar mais rápido que a luz – o que, hoje, crê-se impossível -, seria possível viajar no tempo de acordo com a relatividade.

É nesse entrave que se construiu a nova teoria de viagem do tempo do MIT. Para criação dessa teoria (arxiv.org/abs/1007.2615), eles incrementaram um processo conhecido como pós-seleção. Para entender: suponha que exista uma equação complexa com um número absurdamente grande de variáveis. Para descobrir quais valores das variáveis e qual combinação entre elas torna essa equação verdadeira, em processadores binários, seria necessário testar todas as combinações possíveis, no método de força bruta.

Isso certamente levaria milênios, já que equações mais simples com poucas dezenas de incógnitas já pode levar dezenas de milhares de anos para ser resolvida com os métodos computacionais existentes.
O processo pós-seleção torna a solução mais fácil de ser encontrada. Para isso, basta que as variáveis recebam um valor aleatório, pós-selecionados, de forma a atenderem a condição de a resposta do cálculo ser verdadeiro. Isso automaticamente ignora os resultados errados.

As novas ideias de Lloyd e sua equipe constam de combinar o Pós-Seleção com outro comportamento estranho conhecido como teletransporte quântico, que utiliza o fenômeno de entrelaçamento para reproduzir em um ponto ‘A’ no espaço, um determinado estado quântico que existia anteriormente em um ponto ‘B’. Esse comportamento já foi observado entre partíclas subatomicas de objetos distantes.
Assim, os cientistas pretendem criar um teletransporte quântico no sentido inverso.

O processo de seleção posterior garante que apenas o estado correto seja teletransportado. Isso define como a partícula original era antes de estar ali. O efeito mostra que essa partícula viajou de volta no tempo.
O que surpreende nessa máquina do tempo é que ela não sofre com os paradoxos usuais de viagem temporal, como o paradoxo do avô, no qual uma partícula volta ao passado e pode acidentalmente ou propositalmente evitar sua própria existência.

Além disso, nas teorias tradicionais, o tecido do espaço-tempo deve ser impiedosamente torcido para permitir as viagens no tempo. Ainda assim, isso somente seria possível em ambientes extremos do universo, como dentro de buracos negros.
Por utilizar computação quântica usando o processo de pós-seleção, a máquina de Lloyd não requer qualquer distorção de espaço-tempo.

Todavia, o pós-seleção só pode ocorrer se a mecânica quântica for não linear, algo que parece ser possível em teoria, mas nunca foi observado na prática.
Apesar de todas as evidências até agora mostrarem que a mecânica quântica é linear, nada prova ser impossível ela se tornar não linear.
Uma vez que isso seja possível, a viagem no tempo será viável, onde quer que ocorra, sempre no sentido do futuro para o passado.

“Nossa esperança é que essa teoria possa pelo menos ser útil na formulação de uma teoria quântica da gravidade”, afirma o físico.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Turismo Espacial

Ônibus espacial sub-orbital europeu



Seguindo os passos do SpaceShipTwo (da Virgin Galactics), a Dassault tem trabalhado em um novo ônibus espacial sub-orbital civil. A nova aeronave pode ser um veículo de 11 toneladas derivado de um lançador de satélites.



Ele é baseado no X-38 (en.wikipedia.org/wiki/x-38) da NASA, cujo formato foi definido pela Dassault Aviation. O VSH foi projetado apenas para levar turistas em órbita, voando a Mac. 3,5. Porém ele ainda está nos primeiros estágios de desenvolvmento.

Agora é só guardar dinheiro (uma forntuna) par passar algumas horas em órbita.

Fonte: gizmodo Brasil

terça-feira, 30 de março de 2010

Superacelerador bate recorde: 7 teraelétron volts!!!


O maior acelerador de partículas do mundo estabeleceu hoje um novo recorde para colisões de alta energia, chegando a 7 teraelétrons volts. O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) conseguiu colidir dois feixes de prótons a uma velocidade três vezes maior que o recorde anterior. Projeto de US$ 10 bilhões, o LHC realiza as colisões de feixes de prótons como parte de uma ambiciosa experiência que busca revelar detalhes sobre micropartículas e microforças teóricas.

A ideia é que esses testes ajudem a lançar luz sobre as origens do universo, além de responder a importantes questões da Física. As colisões representam uma nova era na ciência para os pesquisadores que trabalham no LHC, que fica sob a fronteira entre Suíça e França e faz parte do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).

Os pesquisadores na sala de controle do Cern aplaudiram quando as primeiras coalizões bem-sucedidas ocorreram. Vários cientistas pelo mundo acompanham os trabalhos. O LHC foi lançado com pompas em 10 de setembro de 2008, mas apresentou problemas nove dias depois. Os reparos e as melhorias custaram US$ 40 milhões, até que o aparelho voltou a operar no fim de novembro.

Porém, as colisões causaram temor em algumas pessoas, que temiam riscos para o planeta por causa da criação de pequenos buracos negros - versões subatômicas de estrelas que entram em colapso gravitacional -, cuja gravidade é tão forte que eles podem sugar planetas e outras estrelas. O Cern e muitos cientistas rechaçam qualquer ameaça à Terra ou às pessoas, afirmando que esses buracos negros seriam tão fracos que se desfariam quase logo após serem criados, sem causar problemas.

A energia extra obtida no LHC europeu deve revelar dados sobre algumas questões ainda não respondidas na Física de partículas, como a existência da antimatéria e a busca pelos bósons de Higgs, uma partícula hipotética que, segundo cientistas, daria massa a outras partículas e, com isso, para outros objetos e criaturas no universo.

Os cientistas também esperam analisar, em escala mínima, o que ocorreu nos segundos após o Big Bang, que segundo eles foi o momento de criação do universo, cerca de 14 bilhões de anos atrás.

Fonte: Agencia - Estado.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Spaceport America ficará pronto no final de 2010

Dois anos depois de anunciado, começa nesta sexta-feira, a construção do primeiro porto espacial do mundo, o Spaceport America, no novo México (EUA). O porto servirá de base de lançamento para viagens espaciais de empresas privadas.
A Virgin Galatic que realiza viagens espaciais faz parte do projeto e assinou um acordo de 20 anos com o Estado do Novo México para realizar os lançamentos.


O “aeroporto” foi desenhado pelos escritorios londrinos da Foster + Partners, e parece ser tirado de Star Trek ou da Guerra das Estrelas. 45.000 pessoas ja se inscreveram para uma viagem cósmica, que custara nada menos do que…US $200.000 a viagem por pessoa.
O voo promete de viajar durante um tempo na altitude de 3.000 metros, para em seguida atingir a de 15.000 metros, e enfim atingir a linha Kármán, limite entre a Terra e o espaço. Esse passeio irá durar mais ou menos 2 horas, sendo que os clientes terão 5 minutos de ausência de peso/leveza. Antes do vôo o passageiro terá que passar 3 dias em treinamento.



O WK2 vai decolar como qualquer outra aeronave a jato, mas com a SS2 acoplada à parte inferior. Quando atinge uma altitude de 15 mil metros, o WK2 libera a SSE. Quando os pilotos da SS2 acionam a ignição do motor híbrido, o foguete SS2 acelera verticalmente com velocidade de Mach 3 durante cerca de 90 segundos (a tripulação vai experimentar força de 3 a 4 Gs nesse período) e subir mais de 91 mil metros. Depois que o motor é desligado, as asas serão desaceleradas para a reentrada. Nesse ponto, a SS2 terá atingido o ponto mais alto - cerca de 109 mil metros - e a tripulação vai experimentar a gravidade zero.

O Spaceport America deve ficar pronto até o fim de 2010. Seu valor é estimado em 198 milhões de dólares.


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A máquina do fim do mundo!!!


O LHC (Grande Colisor de Hádrons) pode destruir o mundo?

O LHC permitirá que os cientistas observem colisões de partículas em um nível de energia muito mais alto do que em qualquer experiência prévia. Algumas pessoas se preocupam com a possibilidade de que essas poderosas reações causem sérios problemas à Terra. De fato, algumas estão tão preocupadas que abriram um processo contra o CERN em uma tentativa de adiar a ativação do LHC. Em março de 2008, Walter Wagner, que trabalhou no setor de segurança nuclear, e Luis Sancho foram os autores de um processo aberto no tribunal federal distrital dos Estados Unidos no Havaí. Eles alegavam que o LHC poderia destruir o mundo [fonte:MSNBC (em inglês)].

Ao promover colisões velozes e fortes entre prótons, o LHC fará com que eles se rompam em subpartículas atômicas menores. Essas minúsculas subpartículas são muito instáveis e só existem por frações de segundos antes de decair ou se recombinar a outras subpartículas. No entanto, de acordo com a teoria do Big Bang, toda a matéria do universo em seus primeiros momentos consistia nessas minúsculas subpartículas. À medida que o universo se expandia e se resfriava, elas se combinaram para formar partículas maiores, tais como prótons e nêutrons.

Qual é a base dessa preocupação? O LHC poderia criar algo capaz de destruir a vida tal como a conhecemos? O que exatamente poderia acontecer?

Um temor é o de que o LHC possa produzir buracos negros. Buracos negros são regiões nas quais a matéria se concentra em um ponto de densidade infinita. Cientistas do CERN admitem que o LHC seria capaz de produzir buracos negros, mas alegam que estes teriam escala subatômica e que entrariam em colapso quase imediato. Em contraste, os buracos negros estudados pelos astrônomos resultam do colapso de toda uma estrela. Existe uma grande diferença entre a massa de uma estrela e a de um próton.

Outra preocupação é que o LHC produza um material exótico (e até agora hipotético) conhecido como strangelets. O possível indício da presença de strangelets é especialmente perturbador. Os cosmologistas teorizam que os strangelets possam exercer um poderoso campo gravitacional que permitiria a destruição de toda vida do planeta.

Os cientistas do LHC descartam essa preocupação com múltiplas respostas.

· Eles apontam que strangelets são hipotéticos. Ninguém observou esse material no universo.

· Eles dizem que o campo eletromagnético em torno desse material repeliria a matéria normal e não a transformaria em mais nada.

· Eles dizem que mesmo que essa matéria exista, seria altamente instável e decairia de modo quase instantâneo.

· Os cientistas afirmam que raios cósmicos de alta energia produziriam material como esse naturalmente. Como a Terra continua existindo, eles acreditam que strangelets não sejam problema.

Outra partícula teórica que o LHC poderia gerar seria monopólo magnético. Baseado em uma teoria de P.A.M. Dirac, um monopólo é uma partícula que tem uma única carga magnética (norte ou sul) em vez de duas. A preocupação mencionada por Sancho e Wagner é a de que essas partículas possam dilacerar a matéria devido às suas cargas magnéticas desequilibradas. Cientistas doCERN (em inglês) discordam, alegando que, mesmo que os monopólos existam, não há motivo para temer que essas partículas possam causar tamanha destruição. De fato, pelo menos uma equipe de cientistas está tentando ativamente encontrar indícios de monopólos, na esperança de que o LHC produza alguns.

Outras preocupações quanto ao LHC incluem o medo de radiação e o fato de que produzirá as colisões de partículas de mais elevada energia já vistas na Terra. O CERN afirma que o LHC é extremamente seguro, com isolamento espesso que inclui 100 metros de terra sobre o túnel. Além disso, não pode haver pessoal presente no subsolo durante as experiências. Quanto a preocupações com as colisões, os cientistas apontam que elas acontecem o tempo todo na natureza, com os raios cósmicos de altas energias. Os raios colidem com oSol, com a Lua e com outros planetas, que continuam existindo sem sinal de danos. Com o LHC, essas colisões acontecerão em ambiente controlado. De outra forma, não há diferença alguma.

Com 15 petabytes de dados (o que equivale a 15 milhões de gigabyes) recolhidos pelos detectores do LHC a cada ano, os cientistas têm uma imensa tarefa diante deles. Como processar todas essas informações? Como determinar se você está estudando algo de significativo em meio a um conjunto de dados tão grande? Mesmo com o uso de um supercomputador, processar tanta informação pode demorar milhares de horas. A solução foi usar a computação em grade, onde os dados serão divididos e direcionados para vários computadores ao redor do mundo.


terça-feira, 7 de julho de 2009

Realidade Aumentada: o mundo visto por outra dimensão
Como a tecnologia está ganhando espaço em nossa vida
BRUNO FERRARI

O despertador toca às 7 da manhã. Enquanto você escova os dentes, o espelho reconhece seu rosto e informa os compromissos do dia. Uma parada rápida para brincar com seu ornitorrinco de estimação, que sai correndo e desaparece ao colidir com a parede. Mais uma olhada no espelho da sala e aparece um aviso de que você está atrasado para o trabalho. O carro não possui painel físico. Todas as informações do veículo (velocidade, nível de combustível, rádio etc.) aparecem projetadas no vidro dianteiro. O vidro também assume a função de GPS, mostrando o caminho mais rápido, ao mesmo tempo que dá informações sobre os monumentos, restaurantes e cinemas que estão em seu campo de visão. No trabalho, um discreto par de óculos mostra informações que surgem em sua frente para ajudar na tomada de decisões. Reuniões com executivos do mundo inteiro ocorrem em sua mesa – eles estão todos sentados, virtualmente, a sua frente. Na hora do almoço, basta uma rápida olhada para seu prato para saber quantas calorias há nele. Na volta do trabalho, aquela passadinha no shopping para buscar o sapato e o terno que você comprou após experimentá-los rapidamente olhando no espelho do banheiro. O final do dia termina com uma corrida no parque. Além de pedômetro e contador de calorias, seus óculos esportivos captam informações espalhadas numa dimensão virtual oculta: são ações publicitárias, dados da Wikipédia sobre uma árvore exótica, as últimas notícias do dia etc. A volta para casa é tranquila. Para descontrair, uma partida de futebol no videogame que capta seus movimentos de artilheiro.

Esse não é mais um exercício de futurologia. São situações que devem se tornar corriqueiras em pouco tempo. A responsável por isso é a Realidade Aumentada (Augmented Reality, em inglês). Trata-se de uma tecnologia que mistura os objetos reais de nosso ambiente com objetos virtuais, criados para aumentar a quantidade de informações que recebemos. Funciona assim: um equipamento reconhece padrões do mundo real (a forma de um rosto, o movimento de um tenista), captura essas informações para o mundo virtual, enriquece-as com outras informações e as devolve para o mundo real. Apesar de ter nascido há bastante tempo – os primeiros sistemas foram desenvolvidos na década de 1960 –, seu uso se tornou mais comum nos últimos três anos. A expressão em si surgiu em 1992, quando a Boeing desenvolveu um sistema para enxergar a fiação interna de seus aviões. Hoje, há exemplos de Realidade Aumentada em áreas como publicidade, medicina, desenvolvimento de games e arquitetura. Segundo Steven Feiner, diretor do laboratório de computação gráfica da Universidade Colúmbia, a evolução dos PCs atuais foi o que libertou as experiências com Realidade Aumentada dos laboratórios científicos. “Apenas há pouco tempo as empresas conseguiram criar aplicações da tecnologia que fossem comercialmente viáveis”, diz Feiner, um dos maiores especialistas do mundo em Realidade Aumentada.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A terra é um ser vivo?

Segundo a "Teoria de Gaia", a Terra não é um planeta morto, feito de rochas, oceanos e atmosfera inanimadas, meramente habitado pela vida. Para o cientista James Lovelock convidado pela NASA para analisar a existência de vida em Marte, a Terra é um ser planetário vivo. A superfície da Terra, que sempre consideramos o meio ambiente da vida, é na verdade, parte da própria vida. Nesse sentido a vida de cada um de nós, assim como a de toda Gaia e cada uma de suas espécies, são interdependentes. Ao poluirmos nosso planeta, estamos poluindo a nós mesmos, ao cuidarmos de nós mesmos, estamos cuidando de nosso planeta. Enfim, a filosofia de Gaia, nome dado a Deusa Terra pelos antigos gregos, procura um saudável e dinâmico equilíbrio entre a Terra e seus habitantes, levando em consideração a individualidade de cada um, com o claro objetivo de alcançar o equilíbrio entre o homem e a natureza, harmonizando o corpo, a mente e o espírito. Assim, sendo a Terra um ser orgânico, onde tudo depende de tudo e esse tudo está em constante ligação e troca, quando se destrói uma forma de vida, se empobrece esse Universo e a partir daí, acirramos o caos existente no mundo, como a pobreza, a desigualdade social, a ausência de recursos naturais, a fome, o falecimento da biodiversidade e das diversidades culturais, a violência, a não concretização dos Direitos Humanos Fundamentais, dentre inúmeros outros problemas viventes no cotidiano.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

InterPlaNet - Internet Interplanetária



Internet interplanetária

O mundo ficou pequeno demais para a internet, que acaba de ir para o espaço. A Nasa, agência espacial norte-americana, testou com sucesso a primeira rede de comunicação espacial baseada na tecnologia da rede mundial de computadores.

Por meio de um sistema chamado de Rede Tolerante a Interrupções (DTN, na sigla em inglês), pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato, em Pasadena, Califórnia, conseguiram transmitir dezenas de imagens de uma espaçonave que se encontra a cerca de 33 milhões de quilômetros da Terra e também enviar arquivos de volta.

“É o primeiro passo no sentido da criação de uma infra-estrutura de comunicação espacial totalmente nova. Ou seja, uma internet interplanetária”, disse o coordenador do projeto Adrian Hooke, gerente de arquitetura de redes espaciais da Nasa.

Há dez anos, pesquisadores da agência começaram uma parceria com Vint Cerf, vice-presidente do Google, um dos pioneiros da internet que participou do desenvolvimento TCP-IP, a série de protocolos usada para a transferência de dados digitais na qual a internet se fundamentou.

O novo protocolo DTN usa uma tecnologia que se baseia no TCP-IP, mas projetada para ser muito mais robusta e resistir a atrasos, interrupções e desconexões comuns na transferência de dados pelo espaço. Falhas podem ocorrer em inúmeras situações, como quando uma espaçonave se move para trás de um planeta ou durante explosões solares.

Outro ponto importante são os atrasos nos sinais. Quem assiste televisão por satélite conhece bem o cenário: durante uma partida de futebol o gol ainda nem foi visto mas os rojões já são ouvidos, por conta do sinal atrasado em relação ao da TV aberta e transmitido sem precisar percorrer a distância até o satélite e voltar.

Na comunicação espacial o problema é muito mais grave. Mesmo trafegando na velocidade da luz, dados enviados de Marte levam entre 3 minutos e meio a 20 minutos para chegar à Terra, dependendo da distância entre os planetas.

Diferentemente do protocolo da internet terrestre, no DTN, se o caminho ao destino não puder ser encontrado, os pacotes de dados não são descartados. Em vez disso, cada nó da rede mantém a informação pelo tempo que for necessário até que a comunicação possa ser feita com outro nó. Como se fosse um jogador de futebol que retém a bola até encontrar um companheiro livre de marcação.

“Na atual comunicação espacial, um grupo de operações deve organizar manualmente cada link e definir antecipadamente todos os comandos específicos de quais dados devem ser enviados, quando serão enviados e para onde. No DTN, essa transmissão pode ser feita automaticamente”, explicou Leigh Torgerson, gerente do Centro de Operações do Experimento DTN.

No teste realizado, os pesquisadores usaram a sonda Epoxi, que está em missão para encontrar o cometa Hartley 2, o que deverá ocorrer em dois anos. A rede espacial experimental foi montada com dez nós, em sondas em órbita de Marte e em satélites e centros na Terra.

No ano que vem, o teste do DTN será feito com a participação da Estação Espacial Internacional em um dos nós.

Fonte: Agência FAPESP

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Gerenciamento de Projetos: economia e minimização de riscos e ampliação de resultados

Gerenciamento de projetos, gestão de projetos, ou ainda, administração de projetos é a aplicação de técnicas e habilidades com o fim de integrar equipes ou grupos de trabalho que precisam se manter em sintonia para atingir um objetivo comum. O responsável por esse trabalho é o gerente de projetos, que trabalha de forma indireta na realização dos projetos da empresa, ficando sob sua responsabilidade a manutenção da integração entre os grupos ou indivíduos, para que o risco de erro no projeto seja mínimo.
 
Tomando como base o conceito de projeto adotado pela PMI - Project Management Institute, um projeto é algo único, de alguma forma, para aquela empresa, seja pelo resultado que se espera gerar, seja pelo cliente, pela localização onde se desenvolve etc. e ainda, um projeto tem como característica um objetivo definido, que quando atingido tem-se por concluído o projeto.
 
É buscando reduzir o fator erro dentro do projeto que a gestão de capacitação se encaixa no mercado. Com os altos custos para se produzir, mão-de-obra cara (se levados em consideração os custos indiretos com essa mão-de-obra), concorrência acirrada, as empresas não podem mais se dar ao luxo de tentar corrigir os erros, sendo atual, a preocupação de evitá-los. O Gerente de projetos atua, dessa forma, como elo entre os diversos organismos produtivos da empresa fazendo com que estes trabalhem em simbiose, evitando desgaste entre os mesmos e minimizando as falhas entre os setores, diminuindo a possibilidade de erro.
 
Definindo de forma clara e em linguagem leiga, é a prática administrativa onde o gestor de projetos trabalha com o fim de integrar as diversas pessoas ou equipes envolvidas na produção buscando reduzir o risco de fracasso quase a zero, otimizando a utilização de recursos tipo, dinheiro, pessoal, espaço, tempo, etc.
 
O PMI, principal associação profissional em gerenciamento de projetos, conta com mais de 265.000 associados em 170 países. O PMI Ceará, fundado em 1 de outubro de 2003, tem como missão servir o interesse profissional de seus associados e contribuir com o desenvolvimento econômico e social da nossa sociedade, promovendo o avanço do estado na arte da prática de gerenciar programas e projetos e as organizações que estão envolvidas; a ética e as responsabilidades em gerenciamento de programas e projetos; apoio ao gerenciamento de projetos como uma disciplina profissional; programa de estímulo ao gerenciamento de projetos para o benefício da sociedade.
 
Para o PMI-CE, em um mercado competitivo global, a contribuição dos profissionais com capacidade em gerenciamento de projetos vem sendo solicitada por organizações de diversos portes. Os gerentes de projetos criam estratégias e planos de ações para completar os projetos com êxito, incorporando requisitos complexos e dinâmicos. Na condição de gerentes, estes lideram e trabalham junto às equipes.

Fonte: PMI-CE

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Computação nas nuvens



A computação nas nuvens ou cloud computing é um modelo de computação em que dados, ficheiros e aplicações residem em servidoresfísicos ou virtuais, acessíveis por meio de uma rede em qualquer dispositivo compatível. Basicamente, consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas[1].

Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com Tecnologia da Informação (TI). “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina [1].

Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a "grande nuvem" de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.

Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infra-estrutura para gerenciamento, que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho.

Fonte: wikipedia

A energia Negra


Em cosmologia, a energia escura (ou energia negra) é uma forma hipotética de energia que estaria distribuída por todo espaço e tende a acelerar a expansão do Universo. A principal característica da energia escura é ter uma forte pressão negativa. De acordo com a teoria da relatividade, o efeito de tal pressão negativa seria semelhante, qualitativamente, a uma força que age em larga escala em oposição à gravidade. Tal efeito hipotético é frequentemente utilizado, por diversas teorias atuais que tentam explicar as observações que apontam para um universoem expansão acelerada.

A natureza da energia escura é um dos maiores desafios atuais da física e da cosmologia. Existem hoje muitos modelos fenomenológicos diferentes, contudo os dados observacionais ainda estão longe de selecionar um em detrimento dos demais. Isso acontece pois a escolha de um modelo de energia escura depende de um bom conhecimento da variação temporal da taxa de expansão do universo o que exige a observação de propriedades de objetos a distâncias muito grandes (observações e medição de distância em altos redshifts).

As principais formas das diferentes propostas de energia escura são: a constante cosmológica (que pode ser interpretada tanto como uma modificação de natureza geométrica nas equações de campo da relatividade geral, quanto como um efeito da energia do vácuo, a qual preenche o universo de maneira homogênea); e a quintessência (usualmente modelado como campo escalar cuja densidade de energia pode variar no tempo e no espaço).

Outra proposta relativamente popular entre pesquisadores é a quartessência que visa unificar os conceitos de energia escura e matéria escurapostulando a existência de uma forma de energia conhecida como gás de Chaplygin que seria responsável tanto pelos efeitos das duas componentes escuras.


Fonte: Wikipedia

terça-feira, 30 de setembro de 2008

As Civilizações I, II e III


“Michio Kaku, professor de física teórica no City College da Universidade de New York, graduou-se em Harvard e recebeu o título de doutor em Berkeley. É um dos pioneiros da teoria das supercordas e está na linha de frente dessa verdadeira revolução na física moderna. Muitos cientistas proeminentes acreditam que a teoria desvendará algumas das mais intrigantes questões de nossos tempos, como as origens do universo, os buracos-negros e as viagens no tempo.
... Ao refletir sobre os futuros possíveis e o destino final do universo, no seu livro – Hiperespaço – Michio Kaku conduz o leitor para a arena das discussões que sacodem o “establishment”da física”. Editora Rocco.
A sua editora em língua portuguesa – Roccco – informa que o livro Hiperespaço é o livro de divulgação quemais provocou discussões desde o lançamento de “Uma Breve História do Tempo” de Stephen Hawking.


As civilizações I, II e III

“O tempo é tão complexo, embora o movimento clássico de moléculas individuais possa em princípio ser previsto, que mesmo o espirro de uma pessoa pode criar distorções que vão se encrespar e ser magnificadas ao longo de milhares e milhares de quilômetros, acabando, quem sabe, por provocar um furacão”. Michio Kaku.
Ou mais poeticamente, - o bater de asas de uma borboleta pode provocar um furacão há milhares e milhares de quilômetros do local onde ela adejou, deslumbrante, diante de uma flor...
Michio Kaku estava falando sobre dimensões e advertia os seus leitores, no início de um verdadeiro tema de ciência ficção: as grandes civilizações do universo e o que é necessário para se chagar nestes pontos. Nikolai Kardachev já havia categorizado os itens principais para se atingir tal status. De início, estas grandes civilizações (a nossa ou do espaço exterior) teriam que possuir a capacidade de dominar a 10ª dimensão.


Civilização tipo I
Segundo N. Kardashev

Esta civilização já controla os recursos energéticos do seu planeta. O clima está sob as suas ordens, seus terremotos já podem ser evitados e a sua mineração já atinge os níveis profundos da crosta terrestre e os oceanos já produzem todos os seus benefícios em prol dela. “Esta civilização já completou a exploração do seu sistema solar”.


Civilização tipo II

O sol do seu planeta não tem mais segredos para este tipo de civilização, o sol está, inteiramente sob o seu domínio total: ela até minera no seu sol, além de se aproveitar da energia solar, o sol move as suas máquinas e provê toda a fabulosa quantidade de energia a qual esta civilização necessita. “Esta civilização vai começar a colonização de sistemas estelares locais”.


Civilização tipo III

Toda uma galáxia é controlada pela civilização nº III. A fonte de potência da qual necessita, jorra com as fontes da força reunida em bilhões de sistemas estelares locais, “Provavelmente dominou as equações de Einstein e é capaz de manipular o espaço-tempo à vontade”.

Base da classificação empregada: Cada nível é categorizado a partir da fonte de potência que energiza a civilização:

Tipo I: Usa a potência de um planeta inteiro
Tipo II: Usa a potência de uma estrela inteira
Tipo III: Usa a potência de uma galáxia inteira

Qual seria a nossa classificação dentro deste sistema de julgamento?
Seríamos uma civilização tipo O, iniciamos a exploração de nossos recursos planetários, mas não possuímos ainda a tecnologia e meios para controlá-los. Os combustíveis utilizados por nós são o petróleo e carvão (combustíveis fósseis) e a força bruta do trabalho humano.
“Os nossos maiores computadores não podem nem prever o clima, que dirá controla-lo”.
No dizer do físico Michio Kaku, como civilização “somos um bebê recém nascido”.
Uma civilização poderia levar milhões de anos “o fato extraordinário ligado a esse esquema de classificação é que essa ascensão é exponencial e, portanto, avança muito mais rapidamente que qualquer coisa que se poderia conceber de pronto”.
Uma suposição razoável seria a de “ quando” atingiremos esses marcos. Tendo-se em vista o nosso andar da carruagem, em séculos, poderíamos chegar ao posto de civilização do tipo I.
O controle do clima seria para nós bom começo. Um furacão gera a potência de centenas de bombas de hidrogênio, no entanto, a nossa tecnologia para detonar a fusão da bomba de hidrogênio ainda é tão primitiva que ainda devemos detonar uma bomba para adquirir a fusão ao invés de consegui-la e controla-la usando um gerador de energia. Daí, o controle do clima seria o nosso passo inicial – “”este feito está a, pelo menos, um século de distância da nossa tecnologia atual”.

“De maneira similar, uma civilização tipo I já colonizou a maior parte de seu sistema solar. Em contraposição, marcos no desenvolvimento atual das viagens espaciais são penosamente medidos na escala de décadas e, portanto, um salto qualitativo, como a colonização do espaço, deve ser medido em séculos”.


Transição de uma civilização para a outra (aproximadamente)

Tipo I para tipo II: 1000 anos. Começará a minerar o seu sol, devido às suas necessidades energéticas.

Tipo II para tipo III: vários milênios ou mais. Escala de tempo prevista por Isaac Asimov na sua séria: fundação.

“Jornada nas Estrelas” é um exemplo típico de civilização tipo II, com a sua “Federação de Planetas”. Iniciaram o controle da força gravitacional – a arte de arquear o espaço-tempo – usando os “buracos de minhoca” e com isto atingindo as estrelas próximas. Einstein, se vivo, veria a sua teoria geral da relatividade dominada pela Tipo II, e com este efeito liberada da barreira limite imposta pela velocidade da luz.
As naves que protegem as pequenas colônias estabelecidas ao longo do tempo em alguns sistemas fariam este trabalho como se fossem uma Enterprise da Jornada das Estrelas. A energia dessas naves seria obtida pela colisão matéria-anti-matéria e esta capacidade de concentrar a anti-matéria suficientemente para as viagens espaciais, colocaria esta civilização do tipo II muitos séculos a um milênio adiante de nós.

De Nikolai Kardashev

Este tema fascinante segue em frente e quem sabe se um dia, noutra série, possamos voltar especificamente a ele. Nesta série este tema cumpre o papel de servir de apoio à Teoria da Panspermia Direta de Sir Francis Crick e Orgel. A tese em questão, como se vê, é perfeitamente possível de representar uma realidade e os dois cientistas não estavam presos numa “crise de loucura” quando a formularam e sim baseados em possibilidades e probabilidades que estão sendo estudadas cientificamente.

Parafraseando uma das perguntas que a humanidade vem fazendo desde a sua aurora, podemos agora arriscar a indagação feita da seguinte maneira: de onde vim: de uma Tipo II ou Tipo III?

domingo, 18 de maio de 2008

Design Inteligente

A atual Teoria do Design Inteligente, ou Intelligent Design, Desenho Inteligente, ou ainda, Desígnio Inteligente, baseia-se no conceito da Complexidade Irredutível, para propor a idéia de uma intencionalidade objetiva por trás da concepção da vida. Esse conceito foi popularizado com a publicação do controverso livro A Caixa-Preta de Darwin, de Michael J. Behe, Ph.D. em bioquímica e professor de ciências biológicas na Lehigh University[2].

Os adeptos do conceito de Complexidade Irredutível argumentam que existem estruturas bioquímicas complexas que não podem ser explicadas pelos mecanismos evolutivos do Neodarwinismo. Essas estruturas complexas teriam que surgir já prontas, caso contrário, a existência de cada uma de suas partes autônomas não poderia ser justificada evolutivamente. Behe faz uma analogia com uma ratoeira, na qual todas as peças devem ser montadas juntas para que a finalidade a que se destina seja alcançada. Behe argumenta que é impossível a evolução de uma simples mola até chegar em uma ratoeira sem que haja uma mente prevendo uma finalidade específica para a mesma.

sábado, 22 de dezembro de 2007

A matemática dos fractais



Fractais (do latim fractus, fração, quebrado) são figuras da geometria não-Euclidiana. A geometria fractal é o ramo da matemática que estuda as propriedades e comportamento dos fractais. Descreve muitas situações que não podem ser explicadas facilmente pela geometria clássica, e foram aplicadas em ciência, tecnologia e arte gerada por computador. As raízes conceituais dos fractais remontam a tentativas de medir o tamanho de objetos para os quais as definições tradicionais baseadas na geometria euclidiana falham. Um fractal (anteriormente conhecido como curva monstro) é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objeto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, são geralmente auto-similares e independem de escala. Em muitos casos um fractal pode ser gerado por um padrão repetido, tipicamente um processo recorrente ou iterativo. O termo foi cunhado em 1975 por Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polónia, que descobriu a geometria fractal na década de 70 do século XX, a partir do adjetivo latino fractus, do verbo frangere, que significa quebrar. Vários tipos de fractais foram originalmente estudados como objetos matemáticos.

domingo, 16 de dezembro de 2007

CAD - Projetos mecânicos 3D

CAD (Computer-Aided Design), ou Projeto Auxiliado por Computador, é o nome atribuído a sistemas computacionais utilizados para facilitar o desenvolvimento de projetos e desenhos técnicos. Compostos por uma série de ferramentas para construção de objetos e geometrias, os sistemas CAD representam uma verdadeira revolução no desenvolvimento de projetos.

A necessidade de desenvolver produtos melhores em menos tempo, ditada pela globalização, aumentou a necessidade dos fabricantes de se automatizarem para enfrentar a concorrência. Cada vez mais projetistas e engenheiros do mundo todo utilizam software CAD 3D para simplificar o seu trabalho e, ao mesmo tempo, desenvolver projetos tridimensionais altamente realísticos que são facilmente compreendidos por toda a organização, pelos fornecedores e clientes.

Os sistemas CAD 3D trazem aumento de produtividade e qualidade, à medida que representam maior rapidez no desenvolvimento de produtos, diminuição de erros, fácil manipulação e análise de projetos e conseqüente redução de prazos e custos para sua conclusão. Um software CAD 3D bem implantado pode trazer ganhos significativos em competitividade, tornando-se uma ferramenta indispensável para a permanência e o crescimento de uma empresa no mercado.