quinta-feira, 2 de julho de 2009
A terra é um ser vivo?
quinta-feira, 25 de junho de 2009
InterPlaNet - Internet Interplanetária
O mundo ficou pequeno demais para a internet, que acaba de ir para o espaço. A Nasa, agência espacial norte-americana, testou com sucesso a primeira rede de comunicação espacial baseada na tecnologia da rede mundial de computadores.
Por meio de um sistema chamado de Rede Tolerante a Interrupções (DTN, na sigla em inglês), pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato, em Pasadena, Califórnia, conseguiram transmitir dezenas de imagens de uma espaçonave que se encontra a cerca de 33 milhões de quilômetros da Terra e também enviar arquivos de volta.
“É o primeiro passo no sentido da criação de uma infra-estrutura de comunicação espacial totalmente nova. Ou seja, uma internet interplanetária”, disse o coordenador do projeto Adrian Hooke, gerente de arquitetura de redes espaciais da Nasa.
Há dez anos, pesquisadores da agência começaram uma parceria com Vint Cerf, vice-presidente do Google, um dos pioneiros da internet que participou do desenvolvimento TCP-IP, a série de protocolos usada para a transferência de dados digitais na qual a internet se fundamentou.
O novo protocolo DTN usa uma tecnologia que se baseia no TCP-IP, mas projetada para ser muito mais robusta e resistir a atrasos, interrupções e desconexões comuns na transferência de dados pelo espaço. Falhas podem ocorrer em inúmeras situações, como quando uma espaçonave se move para trás de um planeta ou durante explosões solares.
Outro ponto importante são os atrasos nos sinais. Quem assiste televisão por satélite conhece bem o cenário: durante uma partida de futebol o gol ainda nem foi visto mas os rojões já são ouvidos, por conta do sinal atrasado em relação ao da TV aberta e transmitido sem precisar percorrer a distância até o satélite e voltar.
Na comunicação espacial o problema é muito mais grave. Mesmo trafegando na velocidade da luz, dados enviados de Marte levam entre 3 minutos e meio a 20 minutos para chegar à Terra, dependendo da distância entre os planetas.
Diferentemente do protocolo da internet terrestre, no DTN, se o caminho ao destino não puder ser encontrado, os pacotes de dados não são descartados. Em vez disso, cada nó da rede mantém a informação pelo tempo que for necessário até que a comunicação possa ser feita com outro nó. Como se fosse um jogador de futebol que retém a bola até encontrar um companheiro livre de marcação.
“Na atual comunicação espacial, um grupo de operações deve organizar manualmente cada link e definir antecipadamente todos os comandos específicos de quais dados devem ser enviados, quando serão enviados e para onde. No DTN, essa transmissão pode ser feita automaticamente”, explicou Leigh Torgerson, gerente do Centro de Operações do Experimento DTN.
No teste realizado, os pesquisadores usaram a sonda Epoxi, que está em missão para encontrar o cometa Hartley 2, o que deverá ocorrer em dois anos. A rede espacial experimental foi montada com dez nós, em sondas em órbita de Marte e em satélites e centros na Terra.
No ano que vem, o teste do DTN será feito com a participação da Estação Espacial Internacional em um dos nós.
Fonte: Agência FAPESP
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Gerenciamento de Projetos: economia e minimização de riscos e ampliação de resultados
Tomando como base o conceito de projeto adotado pela PMI - Project Management Institute, um projeto é algo único, de alguma forma, para aquela empresa, seja pelo resultado que se espera gerar, seja pelo cliente, pela localização onde se desenvolve etc. e ainda, um projeto tem como característica um objetivo definido, que quando atingido tem-se por concluído o projeto.
É buscando reduzir o fator erro dentro do projeto que a gestão de capacitação se encaixa no mercado. Com os altos custos para se produzir, mão-de-obra cara (se levados em consideração os custos indiretos com essa mão-de-obra), concorrência acirrada, as empresas não podem mais se dar ao luxo de tentar corrigir os erros, sendo atual, a preocupação de evitá-los. O Gerente de projetos atua, dessa forma, como elo entre os diversos organismos produtivos da empresa fazendo com que estes trabalhem em simbiose, evitando desgaste entre os mesmos e minimizando as falhas entre os setores, diminuindo a possibilidade de erro.
Definindo de forma clara e em linguagem leiga, é a prática administrativa onde o gestor de projetos trabalha com o fim de integrar as diversas pessoas ou equipes envolvidas na produção buscando reduzir o risco de fracasso quase a zero, otimizando a utilização de recursos tipo, dinheiro, pessoal, espaço, tempo, etc.
O PMI, principal associação profissional em gerenciamento de projetos, conta com mais de 265.000 associados em 170 países. O PMI Ceará, fundado em 1 de outubro de 2003, tem como missão servir o interesse profissional de seus associados e contribuir com o desenvolvimento econômico e social da nossa sociedade, promovendo o avanço do estado na arte da prática de gerenciar programas e projetos e as organizações que estão envolvidas; a ética e as responsabilidades em gerenciamento de programas e projetos; apoio ao gerenciamento de projetos como uma disciplina profissional; programa de estímulo ao gerenciamento de projetos para o benefício da sociedade.
Para o PMI-CE, em um mercado competitivo global, a contribuição dos profissionais com capacidade em gerenciamento de projetos vem sendo solicitada por organizações de diversos portes. Os gerentes de projetos criam estratégias e planos de ações para completar os projetos com êxito, incorporando requisitos complexos e dinâmicos. Na condição de gerentes, estes lideram e trabalham junto às equipes.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Computação nas nuvens

A computação nas nuvens ou cloud computing é um modelo de computação em que dados, ficheiros e aplicações residem em servidoresfísicos ou virtuais, acessíveis por meio de uma rede em qualquer dispositivo compatível. Basicamente, consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas[1].
Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com Tecnologia da Informação (TI). “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina [1].
Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a "grande nuvem" de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.
Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infra-estrutura para gerenciamento, que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho.
Fonte: wikipedia
A energia Negra

Em cosmologia, a energia escura (ou energia negra) é uma forma hipotética de energia que estaria distribuída por todo espaço e tende a acelerar a expansão do Universo. A principal característica da energia escura é ter uma forte pressão negativa. De acordo com a teoria da relatividade, o efeito de tal pressão negativa seria semelhante, qualitativamente, a uma força que age em larga escala em oposição à gravidade. Tal efeito hipotético é frequentemente utilizado, por diversas teorias atuais que tentam explicar as observações que apontam para um universoem expansão acelerada.
A natureza da energia escura é um dos maiores desafios atuais da física e da cosmologia. Existem hoje muitos modelos fenomenológicos diferentes, contudo os dados observacionais ainda estão longe de selecionar um em detrimento dos demais. Isso acontece pois a escolha de um modelo de energia escura depende de um bom conhecimento da variação temporal da taxa de expansão do universo o que exige a observação de propriedades de objetos a distâncias muito grandes (observações e medição de distância em altos redshifts).
As principais formas das diferentes propostas de energia escura são: a constante cosmológica (que pode ser interpretada tanto como uma modificação de natureza geométrica nas equações de campo da relatividade geral, quanto como um efeito da energia do vácuo, a qual preenche o universo de maneira homogênea); e a quintessência (usualmente modelado como campo escalar cuja densidade de energia pode variar no tempo e no espaço).
Outra proposta relativamente popular entre pesquisadores é a quartessência que visa unificar os conceitos de energia escura e matéria escurapostulando a existência de uma forma de energia conhecida como gás de Chaplygin que seria responsável tanto pelos efeitos das duas componentes escuras.
Fonte: Wikipedia
terça-feira, 30 de setembro de 2008
As Civilizações I, II e III

“Michio Kaku, professor de física teórica no City College da Universidade de New York, graduou-se em Harvard e recebeu o título de doutor em Berkeley. É um dos pioneiros da teoria das supercordas e está na linha de frente dessa verdadeira revolução na física moderna. Muitos cientistas proeminentes acreditam que a teoria desvendará algumas das mais intrigantes questões de nossos tempos, como as origens do universo, os buracos-negros e as viagens no tempo.
... Ao refletir sobre os futuros possíveis e o destino final do universo, no seu livro – Hiperespaço – Michio Kaku conduz o leitor para a arena das discussões que sacodem o “establishment”da física”. Editora Rocco.
A sua editora em língua portuguesa – Roccco – informa que o livro Hiperespaço é o livro de divulgação quemais provocou discussões desde o lançamento de “Uma Breve História do Tempo” de Stephen Hawking.
As civilizações I, II e III
“O tempo é tão complexo, embora o movimento clássico de moléculas individuais possa em princípio ser previsto, que mesmo o espirro de uma pessoa pode criar distorções que vão se encrespar e ser magnificadas ao longo de milhares e milhares de quilômetros, acabando, quem sabe, por provocar um furacão”. Michio Kaku.
Ou mais poeticamente, - o bater de asas de uma borboleta pode provocar um furacão há milhares e milhares de quilômetros do local onde ela adejou, deslumbrante, diante de uma flor...
Michio Kaku estava falando sobre dimensões e advertia os seus leitores, no início de um verdadeiro tema de ciência ficção: as grandes civilizações do universo e o que é necessário para se chagar nestes pontos. Nikolai Kardachev já havia categorizado os itens principais para se atingir tal status. De início, estas grandes civilizações (a nossa ou do espaço exterior) teriam que possuir a capacidade de dominar a 10ª dimensão.
Civilização tipo I
Segundo N. Kardashev
Esta civilização já controla os recursos energéticos do seu planeta. O clima está sob as suas ordens, seus terremotos já podem ser evitados e a sua mineração já atinge os níveis profundos da crosta terrestre e os oceanos já produzem todos os seus benefícios em prol dela. “Esta civilização já completou a exploração do seu sistema solar”.
Civilização tipo II
O sol do seu planeta não tem mais segredos para este tipo de civilização, o sol está, inteiramente sob o seu domínio total: ela até minera no seu sol, além de se aproveitar da energia solar, o sol move as suas máquinas e provê toda a fabulosa quantidade de energia a qual esta civilização necessita. “Esta civilização vai começar a colonização de sistemas estelares locais”.
Civilização tipo III
Toda uma galáxia é controlada pela civilização nº III. A fonte de potência da qual necessita, jorra com as fontes da força reunida em bilhões de sistemas estelares locais, “Provavelmente dominou as equações de Einstein e é capaz de manipular o espaço-tempo à vontade”.
Base da classificação empregada: Cada nível é categorizado a partir da fonte de potência que energiza a civilização:
Tipo I: Usa a potência de um planeta inteiro
Tipo II: Usa a potência de uma estrela inteira
Tipo III: Usa a potência de uma galáxia inteira
Qual seria a nossa classificação dentro deste sistema de julgamento?
Seríamos uma civilização tipo O, iniciamos a exploração de nossos recursos planetários, mas não possuímos ainda a tecnologia e meios para controlá-los. Os combustíveis utilizados por nós são o petróleo e carvão (combustíveis fósseis) e a força bruta do trabalho humano.
“Os nossos maiores computadores não podem nem prever o clima, que dirá controla-lo”.
No dizer do físico Michio Kaku, como civilização “somos um bebê recém nascido”.
Uma civilização poderia levar milhões de anos “o fato extraordinário ligado a esse esquema de classificação é que essa ascensão é exponencial e, portanto, avança muito mais rapidamente que qualquer coisa que se poderia conceber de pronto”.
Uma suposição razoável seria a de “ quando” atingiremos esses marcos. Tendo-se em vista o nosso andar da carruagem, em séculos, poderíamos chegar ao posto de civilização do tipo I.
O controle do clima seria para nós bom começo. Um furacão gera a potência de centenas de bombas de hidrogênio, no entanto, a nossa tecnologia para detonar a fusão da bomba de hidrogênio ainda é tão primitiva que ainda devemos detonar uma bomba para adquirir a fusão ao invés de consegui-la e controla-la usando um gerador de energia. Daí, o controle do clima seria o nosso passo inicial – “”este feito está a, pelo menos, um século de distância da nossa tecnologia atual”.
“De maneira similar, uma civilização tipo I já colonizou a maior parte de seu sistema solar. Em contraposição, marcos no desenvolvimento atual das viagens espaciais são penosamente medidos na escala de décadas e, portanto, um salto qualitativo, como a colonização do espaço, deve ser medido em séculos”.
Transição de uma civilização para a outra (aproximadamente)
Tipo I para tipo II: 1000 anos. Começará a minerar o seu sol, devido às suas necessidades energéticas.
Tipo II para tipo III: vários milênios ou mais. Escala de tempo prevista por Isaac Asimov na sua séria: fundação.
“Jornada nas Estrelas” é um exemplo típico de civilização tipo II, com a sua “Federação de Planetas”. Iniciaram o controle da força gravitacional – a arte de arquear o espaço-tempo – usando os “buracos de minhoca” e com isto atingindo as estrelas próximas. Einstein, se vivo, veria a sua teoria geral da relatividade dominada pela Tipo II, e com este efeito liberada da barreira limite imposta pela velocidade da luz.
As naves que protegem as pequenas colônias estabelecidas ao longo do tempo em alguns sistemas fariam este trabalho como se fossem uma Enterprise da Jornada das Estrelas. A energia dessas naves seria obtida pela colisão matéria-anti-matéria e esta capacidade de concentrar a anti-matéria suficientemente para as viagens espaciais, colocaria esta civilização do tipo II muitos séculos a um milênio adiante de nós.
De Nikolai Kardashev
Este tema fascinante segue em frente e quem sabe se um dia, noutra série, possamos voltar especificamente a ele. Nesta série este tema cumpre o papel de servir de apoio à Teoria da Panspermia Direta de Sir Francis Crick e Orgel. A tese em questão, como se vê, é perfeitamente possível de representar uma realidade e os dois cientistas não estavam presos numa “crise de loucura” quando a formularam e sim baseados em possibilidades e probabilidades que estão sendo estudadas cientificamente.
Parafraseando uma das perguntas que a humanidade vem fazendo desde a sua aurora, podemos agora arriscar a indagação feita da seguinte maneira: de onde vim: de uma Tipo II ou Tipo III?
domingo, 18 de maio de 2008
Design Inteligente
A atual Teoria do Design Inteligente, ou Intelligent Design, Desenho Inteligente, ou ainda, Desígnio Inteligente, baseia-se no conceito da Complexidade Irredutível, para propor a idéia de uma intencionalidade objetiva por trás da concepção da vida. Esse conceito foi popularizado com a publicação do controverso livro A Caixa-Preta de Darwin, de Michael J. Behe, Ph.D. em bioquímica e professor de ciências biológicas na Lehigh University[2].
Os adeptos do conceito de Complexidade Irredutível argumentam que existem estruturas bioquímicas complexas que não podem ser explicadas pelos mecanismos evolutivos do Neodarwinismo. Essas estruturas complexas teriam que surgir já prontas, caso contrário, a existência de cada uma de suas partes autônomas não poderia ser justificada evolutivamente. Behe faz uma analogia com uma ratoeira, na qual todas as peças devem ser montadas juntas para que a finalidade a que se destina seja alcançada. Behe argumenta que é impossível a evolução de uma simples mola até chegar em uma ratoeira sem que haja uma mente prevendo uma finalidade específica para a mesma.